12. A demonstração de felicidade é sutil e elegante

 O ser Simples em sua felicidade pode não parecer que está feliz, mas está.

E a demonstração de felicidade faz parte da potência de felicidade, até que a sensação verdadeira de lugar à soberba, a hipocrisia e a falta de coerência. Ou seja, a felicidade é um estado verdadeiro que não necessita de demonstrações fúteis de qualquer natureza.

A felicidade do ser Simples está nele mesmo. Começa em si e deve emanar para outros, pois dividir a felicidade proporciona sua multiplicação, paradoxalmente.

Uma demonstração de felicidade motivada pela imagem de parecer feliz é o começo da auto enganação de estar feliz. A pessoa que quer mostrar que está feliz acima da amplitude saudável de compartilhar a potência de felicidade, na verdade não está feliz, pelo contrário, está lutando para não estar triste ao se enganar que está feliz.

Demonstrações em excesso são lidas rapidamente. A pessoa faz muito esforço em demonstrar que está feliz, que as pessoas que estão no objetivo da demonstração, simplesmente atestam de maneira fugaz esta felicidade.

A demonstração sutil e elegante de felicidade causa além da própria multiplicação, a sensação de curiosidade e aprendizado nas outras pessoas. Pois as pessoas que observam a felicidade pensam em toda dimensão da felicidade e percebem que o ser Simples é o começo da potência plena de felicidade. E com isto tentam entender a felicidade e as atitudes do ser Simples feliz.

Roupas, carros, pratos, bens, títulos, honrarias e demais elementos de descontrole moral não trazem felicidade, não são elegantes e demonstram complexidade de entendimento. A natureza que atribui felicidade ao ser Simples necessita somente de si e de suas humildes e simples convicções.

A elegância está na calma, na contemplação e na infinitude do ser enquanto agente da potência de felicidade.

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